terça-feira, 29 de junho de 2010

Sobre o ChatRoulette

O site de Bate-papo, ChatRoulette, virou mania entre pessoas de todo o mundo. Mas sua utilidade ainda é questionável.






Em outubro de 2009, um jovem de apenas 17 anos teve uma idéia simples: aperfeiçoar um dispositivo em que pessoas pudessem interagir com desconhecidos do mundo inteiro. O programador de Moscow, Andrey Ternovskiy, costumava usar programas de bate papo como o Skype para se comunicar com seus amigos, mas o fato de sempre saber com quem iria conversar o deixava entediado.

Foi assim que no quarto do jovem programador nasceu o site de bate-papo ChatRoulette. O sítio funciona como uma verdadeira roleta russa, onde o resultado é sempre imprevisível. O programa escolhe pessoas de maneira aleatória para aparecerem na tela. Dessa forma, você pode se deparar tanto com uma adolescente britânica, quanto com um gordinho americano vestido de freira. Sistemas semelhantes já existiam antes, mas sem imagens. O projeto de Audrey é inovador justamente pela possibilidade de usar uma “web cam” e um microfone, gerando uma interação com áudio e imagens.

Demorou pouco tempo para que o ChatRoulette ganhasse fama. Em novembro de 2009, 500 pessoas acessavam a página diariamente, um mês depois esse número já era 50 mil de acessos, e no início de março de 2010, já eram contabilizadas milhões de pessoas por dia. Com esses números vieram os interesses das grandes empresas. Até a Google tentou comprar o domínio do site, mas Ternovskiy ainda não cogita a possibilidade de venda.

Como tudo na internet acaba virando piada, rapidamente começaram a surgir todo tipo de brincadeiras e bizarrices envolvendo a novidade. Um músico americano durante um show, projetou em um telão o “chat” e criou na hora músicas baseadas nas pessoas que apareciam. Uma dupla de homens vestidos de médicos encenou a leitura de diagnósticos de um câncer fatal para quem aparecesse. Até mesmo suicídios foram forjados para assustar os internautas.

O fato do site não exigir nome e nenhum tipo de registro transmite aos usuários uma sensação de liberdade que encoraja atitudes que nunca seriam tomadas em outras situações. Dentre elas, a pornografia é a mais recorrente. Para este trabalho, integrantes do grupo passaram 90 minutos na frente do computador analisando as pessoas que apareciam. Elas foram agrupadas em 3 categorias: meninas, meninos e pervertidos. A primeira contabilizou uma porcentagem de apenas 6 %, já a de meninos foi bem maior, totalizando 36,3%. Contudo, 57,7 % dos internautas estudados, ou seja, a maioria, aparecia se masturbando, simulando atos sexuais ou sem roupas.

Um internauta desavisado pode se interessar pelo ChatRoulette para conhecer outras culturas e fazer amizades, mas não deve contar muito com isso. A probabilidade é que ele encontre primeiro um tarado ou alguém querendo rir às suas custas. O segredo é não levar o site a sério demais e aceitar que, pessoas com uma “web cam” ligada e liberdade aparentemente ilimitada, podem fazer as coisas mais idiotas possíveis.

Saiba Mais

O ChatRoulette já alcançou a média de 1,5 milhões de visitas por dia e, como tudo que é popular hoje em dia, ganhou várias versões. O internauta pode escolher entre o room7.com, no qual o uso só é permitido mediante cadastro, ou entre o site português Chatious, onde é possível escolher o gênero da pessoa com quem deseja falar. O sistema de “webcam chat” também ganhou uma versão brasileira, o catapapo.com. E como não poderia faltar, o nastyspace.com é uma página com conteúdo adulto explícito e ,nos mesmos moldes, foi criado o Manroulette, a versão “gay” do original.

Links:

www.chatroulette.com

Endereço do tão comentado ChatRoulette.

http://tecnologia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2010/03/10/o-jovem-fundador-do-chatroulette-conta-como-viu-a-explosao-do-site.jhtm

Página com uma entrevista com o Andrey Ternovskiy.

http://graveheart.me/geek-life/top-5-pegadinhas-com-o-chat-roulette/

Site que organizou um Top 5 de bizarrices do ChatRoulette, mostrando a reação das pessoas.



segunda-feira, 28 de junho de 2010

O rádio ainda tem espaço nos dias de hoje?

Como o rádio participa ainda da vida das pessoas, e em que momento elas ouvem este meio de comunicação.




No início do século XX o mundo ganhou uma nova tecnologia de comunicação, um aparelho que transmitia sinais radiofônicos sem som. Os avanços para a transmissão de sons por um aparato tecnológico foram iniciados, segundo alguns autores, pelo italiano Guglielmo Marconi, no final do século XIX. Porém o mérito da criação do rádio foi concedido a Nikola Tesla, pela suprema corte americana, já que Guglielmo havia utilizado 19 patentes de Tesla em seu trabalho.

Considera-se a transmissão nos EUA por Lee de Forest em 1906 como a primeira do mundo. Mas foi em 1919 que começou a chamada “Era do Rádio” que significou a verdadeira mudança no cenário das mídias da época com a criação das primeiras emissoras. O cresimento foi acelerado, em 1921, nos Estados Unidos eram apenas 4 emissoras, mas no final de 1922, os americanos já contavam com 382.

No Brasil a tecnologia chegou apenas em 1922, no dia sete de setembro como parte das comemorações do centenário da independência. E logo se expandiu com a criação de emissoras brasileiras contando com a ajuda de grandes nomes como o do antopólogo Roquete Pinto.

Inicialmente o aparelho era muito caro, mas com o passar dos tempos e com novos ajustes técnicos a compra foi ficando mais acessível e caiu em gosto popular. Notícias, futebol, programas musicais e as radionovelas eram alguns dos genêros com maior audiência.

Nos anos 30 com o advento da televisão, incialmente na Alemanha e depois se expandindo pelo mundo, os produtores radiofônicos começaram a se sentirem ameaçados. Com o passar dos anos e o barateamento do aparelho televisivo as emissoras de rádio começaram a perder espaço e audiência. Vários artistas migraram para televisão e as pessoas maravilhadas pela imagem na tela deixaram um pouco de lado a velha tecnologia.

Atualmente, com a internet, televisão, Mp3, Mp4, Mp5, há quem diga que o rádio não tem mais como competir com os meios de comunicação e as novas mídias, e que as pessoas não o escutam mais como antigamente. Porém ignora-se as novas possibilidades às quais o rádio, tão bem, vem se adequando.

Praticamenta todas as grandes emissoras tem uma correpondente online, assim pessoas conectadas a rede podem ouvir suas programações enquanto navegam por outros sites. Também o crescimento das cidades trouxe um grande aliado desse meio de comunicação: o trânsito. A maioria das pessoas entrevistadas para este trabalho afirmam escutarem rádio no carro ou no ônibus, no caminho do trabalho, ou da faculdade.

Além disso segundo pesquisa veiculada no site “microfone.jor.br”* o rádio está em mais de 90% das casas contra 75% da TV. Isso se deve ao menor custo do aparelho e que como na maioria das vezes, já vem com uma antena embutida torna desnecessário intalações como seria com a televisão.

Fica mais claro, dessa forma, porque 90 anos após o início da “Era do rádio” essa mídia ainda faz parte do cotidiano de tantas pessoas no mundo todo. Como todo meio de comunicação, ela tem que se adequar a chegada de novas tecnologias e às alterações da socidade. Porém essa adequeção não significa perda de espaço, apenas mostra como as mudanças sociais e técnicas modificam e obrigam os meios de comunicação a procurarem sempre novas formas de atingirem os seus públicos.

Saiba Mais

Um brasileiro tem seu nome registrado na história da invenção do rádio: o padre do Rio Grande do Sul, Roberto Landell de Moura nascido em Porto Alegre em 1862.

Ele desenvolveu um aparelho que transmitia e recebia a voz humana sem a utilização de fios condutores. Sua primeira experiência aconteceu em São Paulo, em 1893. O sucesso do feito colocou em xeque sua sanidade mental diante de seus superiores. Porém sete anos depois, Landell de Moura consegue a patente brasileira de seu invento.

Links:

. *http://www.microfone.jor.br/razoes.htm

Site com pesquisa e dados sobre o rádio no Brasil.

http://www.radioclaret.com.br/port/frame.htm

Site dedicado a história do rádio, aos seus gêneros e artistas. Com um banco de dados de audio e video sobre acontecimentos envolvendo o rádio.

http://www.radioclaret.com.br/port/frame.htm

Página dedicada ao antropólogo Roquete Pinto


Publicidade das Ruas

A propaganda das ruas é a publicidade eficiente para quem não tem capital, e nem precisa das grande campanhas publicitárias



Como diz o ditado popular, “a propaganda é a alma do negócio”, e para confirmar essa frase, não é necessário procurar muito. Esta prática está intimamente ligada ao capitalismo e, geralmente, onde há comércio há publicidade. Todos, ou praticamente todos, os grandes produtos e marcas que fazem parte da nossa vida e do nosso cotidiano, executam complexas campanhas publicitárias e investem muito dinheiro nisso.

Estudos são conduzidos com dados de mercado, de mídia, baseados nos públicos das empresas, nas características das mercadorias e em vários outros fatores, para garantir a eficácia dos anúncios. Empresas como a Coca-Cola, Ford, Disney e HSBC, que estão na lista das maiores do mundo, são exemplos claros de como a propaganda pode favorecer um negócio.

E são estes grandes exemplos que costumam passar pelas nossas cabeças quando o assunto é divulgar um produto ou serviço. Com isso ignora-se uma gama de outras possibilidades que dentro de suas realidades atingem igualmente aos seus objetivos. Somos bombardeados por elas todos os dias, nos pontos de ônibus, enquanto passamos pelas ruas, indo pro trabalho.

São papéis colados em postes de iluminação, pessoas contratadas para divulgar serviços no grito ou caixas de som posicionadas na calçada. Essas propagandas, encomendadas ou feitas pelos próprios microempresários e prestadores de serviços têm como principal característica, um baixo custo de execução. Cartazes ou folhas de papel A4 com as informações da coisa anunciada, feitas muitas vezes em programas como word ou excel, contam como investimento, apenas o preço da impressão e cópia. Do mesmo modo, os anunciantes que usam a voz para atrair consumidores recebem salários baixos, e os que têm carteira assinada são a minoria.

Outra particularidade que pode ser observada quando se analisa estas práticas, é seu caráter imediatista, onde o tempo de duração entre a efetuação da propaganda e a realização do seu objetivo pode ser de poucos segundos. Se alguém estiver no centro de Belo Horizonte, indo tirar algum documento que requeira foto, e ouvir alguém anunciando que tira fotografias provavelmente irá, na hora, comprar o serviço. Da mesma forma, se passar de frente de uma loja que conta com um auto-falante anunciando uma mercadoria desejada rapidamente entrará no estabelecimento.

Apesar de não se basearam em teorias acadêmicas, ou pesquisas e outros tipo de estudos, estas práticas cumprem seus propósitos tornando-se cada vez mais usuais. Elas também são formas de publicidade, porém mais acessíveis, o que garante que todos possam usufruir dos benefícios da propaganda, divulgando seus trabalhos e aumentando seus negócios e lucros.

Saiba mais:

Enquanto alguns optam pelas formas mais primitivas de promoção, as grandes empresas não poupam gastos e esforços em suas campanhas publicitárias. Uma lista divulgada pelo Ibope, informa os números de fechamento de 2009, que levam em conta os investimentos feitos por empresas no Brasil, nas compras de mídias em alguns meios (cinema, internet, jornal, outdoor, rádio, revista, TV aberta e TV por assinatura). O ranking traz, em primeiro lugar, a “Casas Bahia”, cujo gasto foi de nada menos que 3 bilhões de reais do referido ano, quase 60% a mais que a segunda colocada, a Unilever (R$1,9 bi). Também constam na lista a Ambev (R$0,9 bi), em terceiro lugar, a Caixa Econômica Federal (R$0,8 bi) em quarto, e a Hyundai Caoa (R$0,7 bi) em quinto.


Links:

http://jipemania.com/coke/ Site muito legal, que conta a história das propagandas da Coca-Cola. Lá você pode ver anúncios desde do século XIX até os mais modernos.

http://www.expressomt.com.br/noticia.asp?cod=37516&codDep=10 Página do site expressomt que explica a diferença entre publicidade, propaganda e marketing.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Publicidade Página da Wikipédia sobre Publicidade. Abordando as áreas de atuação de seus profissionais, suas práticas no Brasil e no Mundo, principais agências entre outros temas.


Produtos da inclusão digital

Com uma câmera na mão e acesso à internet, qualquer um pode se ariscar como comunicador.



Por todo o mundo, diversos programas foram criados com o intuito de inserir um número cada vez maior de pessoas no universo digital. A democratização do acesso às tecnologias da comunicação, ou simplesmente inclusão digital, é algo relevante para sociedade atual. Nota-se um crescimento significativo do número de aquisições aparelhos como câmeras filmadoras, camêras fotográficas e celulares que gravam e tiram fotos.

Essa democratização incentivou o surgimento de uma gama de novos produtos midiáticos e de novas possibilidades na comunicação. Muitas vezes, sem pretensões jornalísticas, um grande acontecimento pode ser documentado por qualquer um que se proponha a fazê-lo. Hoje é comum ver uma notícia ilustrada por um vídeo feito por alguém que presenciava um fato e que, por sorte, se encontrava com uma câmera. Exemplo disso é o atentado de 11 de setembro, onde centenas de pessoas fizeram seus registros de diversos ângulos da tragédia, assim como os Tsunamis de 2004, que contam com muitas filmagens feitas por turistas que se encontravam nas localidades do fenômeno.

Uma das mídias que mais veicula, e talvez a que esteja mais intimamente ligada a essas produções independentes, é a internet. Segundo uma pesquisa da Universidade de Kansas, nos EUA só o YouTube, site com espaço para post de videos incorporado à Google, possuí aproximadamente 91 milhões de internautas que assistem a 5 bilhões de produções postados no sítio. Isso equivale a uma média de 54,9 vídeos por internauta, que incluem propagandas políticas, filmes, séries e outros produtos da inclusão digital.

Existem várias outras modalidades de vídeos feitos para diversos objetivos. Alguns prestando assistências, como os “Unboxing”, que são imagens que mostram produtos comprados, desde a abertura da caixa, exibindo cada componente, até a leitura do manual de instruções. Dessa forma quem está interessado em comprar algum artigo pela internet pode saber exatamente o que vai encontrar quando chegar a encomenda. Existem também vídeos de tutoriais que auxiliam com aulas de dança, maquiagens ou uso de algum software. Outros tem propósitos publicitários ou apenas de entreter, como as paródias, programas independentes, divulgação de trabalhos, ou situações engraçadas filmadas por acaso.

O acesso às tecnologias e o espaço na mídia que as pessoas “comuns” vêm conquistando não significa apenas entretenimento. Esse acesso, que cresce e se fortalece a cada dia, dá às pessoas a oportunidade de não serem apenas agentes passivos nos processos de comunicação. Quando um internauta pega uma camêra, faz sua produção e a veicula no YouTube, ou outro site equivalente, eles está deixando de ser apenas consumidor e passando a ser ativo no processo comunicacional, modificando os meios com os quais interage e a sociedade na qual está inserido.

Saiba mais:

O cantor Pop Justin Bieber, de apenas 16 anos, conquistou a fama através da internet e já tem várias músicas nas paradas de sucesso nos EUA. Em 2007, ele e sua mãe começaram a postar vídeos do adolescente cantando no YouTube. O objetivo era que a família que morava longe pudesse acompanhar a evolução musical do garoto. Foi assim que o ex-executivo de Marketing da So So Def, Scooter Braun, tomou conhecimento de Justin e o levou para Atlanta, Georgia, para conhecer o cantor Usher. Alguns meses mais tarde ele estava assinando seu primeiro contrato, com a gravadora Island Records.


Links:

http://www.guiadicas.com/dicas-de-como-fazer-video-caseiro/

Site com dicas sobre como produzir seus próprios vídeos caseiros.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Inclus%C3%A3o_digital

Definição de inclusão digital.

http://www.brasilwiki.com.br/noticia.php?id_noticia=7464

Site com informações e números sobre o YouTube.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Justin_Bieber

Biografia e informações sobre a carreira de Justin Bieber.




A fama instantânea dos ex-bbbs

As celebridades instantâneas criadas pelos programas de “reality show” possuem o desafio de conviver com o rápido sucesso e remediar o esquecimento muitas vezes inevitável.




Os reality shows surgiram nos Estados Unidos na década de 70 com a série An American Family, onde divórcio e homossexualidade eram assuntos tratados dentro de um contexto familiar. Em seguida vieram vários outros, as temáticas começaram a se diversificar e cada vez mais países aderiam ao novo tipo de programa.

Este modelo caiu no gosto popular, se tornou líder de audiência e suas polêmicas viraram manchetes em diversos veiculos de todo o mundo. Alinhado ao seu formato, surgiu um novo tipo de celebridade, os “famosos instantâneos”.

Só o Big Brother já lançou na mídia mais de 140 participantes, que ganharam visibilidade devido à exposição constante. Esses, aproveitando da notoriedade, saem em capas de revistas, participam de vários tipos de eventos e lançam produtos com seus nomes. Muitos deles, carentes de talento ou formação acadêmica, continuam recebendo propostas e buscando caminhos alternativos para consolidar sua fama e continuar no meio artístico. Exemplo disto é a ex big brother Solange, participante da quarta edição, que em 2006 começou a escrever e gravar músicas de funk. Outros tentam carreiras de apresentadores, como a paulista Irislene Stefanelli, participante da sétima edição, que estreou no programa de fofocas Tv Fama em 2007 e continua, agora como repórter, no mesmo programa.

As massas se interessam por "celebridades instantâneas" e, por isso, os reality shows continuam fazendo cada vez mais sucesso". Contudo, os participantes acabam caindo no esquecimento, sendo raros os que se destacam e conseguem constituir uma carreira sólida dentro dos meios de comunicação.

Saiba mais:

O primeiro Big Brother aconteceu na Holanda em 1999, desde então o programa ganhou versões em mais de 45 países. O programa, que é a febre dos brasileiros, já teve 18 temporadas no Reino Unido, 13 na Austrália, 11 nos Estados Unidos e ganhou até mesmo uma edição no game Second Life. O Brasil também é um dos países onde mais temporadas do Big Brother foram realizadas - o reality show chegou a sua 10ª edição esse ano. Os brasileiros são comportados, mas em edições do reality em outros países já aconteceram ameaças de morte, estupro e, no Big Brother americano, uma participante engravidou enquanto ainda estava confinada na casa.


Links:

<http://pt.wikipedia.org/wiki/Reality_show>

Definição de reality shows, um pouco da história do formato, e informações sobre os mais famosos.

<http://pt.wikipedia.org/wiki/Celebridade_instant%C3%A2nea>

Conceito do termo “celebridade instantânea”.

<http://musica.terra.com.br/interna/0,,OI979708-EI1267,00.html>

Matéria sobre o lançamento do Cd de funk da ex-big brother Solange. Álbum cantado e escrito por ela, alguns anos depois de sair do confinamento.

<http://veja.abril.com.br/especiais_online/reality-shows/troca.shtml >

Especial do site da revista Veja, escrito pela jornalista Cecília Araújo, sobre realitys shows.

<http://oglobo.globo.com/cultura/revistadatv/mat/2007/04/02/295190997.asp>

Texto de Jamari França, para o Globo on line sobre o Big Brother Brasil. O jornaista faz um resumo dos fatos mais importantes das 6 primeiras edições do programa, e fala um pouco sobre alguns de seus maiores vencederos.